Segunda-feira, Junho 28, 2010
O Guia do Mochileiro das Galáxias, Douglas Adams
10 comentários Postado por Rê às Segunda-feira, Junho 28, 2010“Uma das coisas que Ford Prefect jamais conseguiu entender em relação aos seres humanos era seu hábito de afirmar e repetir continuamente o óbvio, coisas do tipo 'Está um belo dia', ou 'Como você é alto', ou 'Ah, meu Deus, você caiu de um poço de dez metros de profundidade, você está bem?'. De inicio, Ford elaborou uma teoria para explicar esse estranho comportamento. Se os seres humanos não ficarem constantemente utilizando seus lábios - pensou ele -, eles grudam e não abrem mais."
O guia do mochileiro das galáxias é um livro que eu sempre soube que leria, só não sabia exatamente quando. Esse é um dos livros que divide as pessoas normais das pessoas assumidamente nerds. Uma passagem garantida para o lado binário da força, por assim dizer, que eu finalmente aceitei e adorei!
A história toda é surreal e você é avisado disso desde o início. Os golfinhos, a segunda forma de vida mais inteligente da terra (nós somos a terceira), tentaram nos avisar da destruição iminente do planeta, mas estávamos muito satisfeitos em acreditar que eles estavam apenas dando piruetas e jogando bolas de um lado para o outro.
Então, quando uma nave Vogon aparece para destruir o nosso planeta (e construir uma via hiperespacial intergaláctica no lugar), somos pegos totalmente desprevenidos.
É então que Artur, um jovem inglês que estava tentando salvar a sua própria casa de uma situação parecida, mas em menor escala, descobre que seu amigo Ford não é apenas de uma cidade diferente, mas de todo um planeta diferente. Eles pegam uma carona na nave Vogon e se salvam do destino do planeta.
E é assim que a viagem espacial começa, em busca do sentido da vida, do universo e tudo o mais (42, claro!). Sempre muito bem orientados pelo Guia do Mochileiro das Galáxias, que traz impresso na capa, com letras garrafais e amigáveis, a frase NÃO ENTRE EM PÂNICO.
Convenhamos que essa é uma frase importantíssima quando você está perdido no universo com um amigo alienígena, o presidente da galáxia (que tem duas cabeças), uma terráquea que te deu um fora uns dias antes e um robô maníaco depressivo.
De vez em quando eu simplesmente parava tudo e perguntava pra ninguém em especial “O que?!”. Difícil acreditar que tantas coisas malucas pudessem ser colocadas juntas e ainda fazer algum sentido!
Agora, tenho que dizer que amo o Marvin. Ele é um robô triste, é claro. Ele tem o cérebro do tamanho do mundo e fica sendo tratado como uma cafeteira ou coisa do tipo. Quem nunca ouviu falar que o nível de felicidade de uma pessoa é inversamente proporcional a sua inteligência? A menos que você seja tão inteligente, mas tão inteligente, que consigo esconder coisas de você mesmo dentro do seu cérebro, o que te faz seguir um plano super sofisticado e pré-estabelecido, com a alegria de quem está apenas aproveitando o momento e sem ter nenhuma ideia de qual será o resultado da jornada.
Não entendeu nada do último parágrafo? Então ‘bora mochilar pelo universo =D
Boa viagem para vocês e não se esqueçam de levar uma toalha!!!
Esse post faz parte do Desafio Literário proposto pela Vivi, do Romance Gracinha. Julho – Um livro adaptado para o cinema.
Quinta-feira, Março 18, 2010

Fim de semana passado fui visitar com o meu namorado, pela segunda vez, a Biblioteca de São Paulo. Da primeira vez, só demos uma passadinha pra ver como era, nessa ficamos um tempão lendo, o que foi ótimo.
O livro que eu escolhi pra ler, dentre os milhares de livros lá, acabou sendo o Julie e Julia. Não sei exatamente o porque, só sei que me chamou muito a atenção. Quando comecei a ler, não consegui mais parar. A história da Julie, uma secretária de 29 anos que não sabe o que quer da vida e que, segundo os médicos, precisa ter um bebê o mais rápido possível pra não perder a chance, me fez ficar grudada nas páginas. Eu queria saber como ela ia se livrar dessa.
Tenho uma queda por personagens fracassados. É a mais pura verdade. As vezes eu acho que é pra me dar esperança, ver a mocinha/mocinho renascer como uma fênix e ficar super feliz no final, mas acho que se for ser sincera mesmo, é só porque posso ver que existem casos piores do que o meu. Tá que é ficção, não importa... rs...
O fato é que lá pelas 60 páginas, estava na hora de ir embora e lá fui eu toda empolgada para a recepção, segurando o meu mais novo favorito, quando a bibliotecária me diz que não posso retirá-lo porque ele ainda não havia sido cadastrado. Puxa, que sacanagem. Aí eu esperei até a outra semana pra continuar a lê-lo? Claro que não. Fui para a livraria mais próxima e trouxe o livrinho pra casa. De um jeito ou de outro essa minha semana seria dedicada a Julie e as suas bagunças culinárias (anos luz melhores do que as minhas).
Resumindo, o livro é ótimo. Sério mesmo. É até difícil dizer isso, porque sou vegetariana e não gosto de ler sobre assassinato de lagostas (ela mesmo chama assim rs.), mas valeu muito a pena. E sabe o que mais? Fiquei com vontade de aprender a cozinhar. Obviamente que essa vontade vai passar em uma semana ou duas, mas já é um grande feito, considerando a leitora em questão.
Julie está em crise. Prestes a completar 30 anos, em um emprego medíocre e sufocada pela pressão crescente para que tenha um bebê, sente-se incapaz de achar um rumo diferente para sua vida. As coisas não parecem favoráveis, especialmente quando ela se vê obrigada a mudar para uma quitinete que prefere chamar de "loft" em um bairro afastado, longe do trabalho e dos amigos. Entretanto, a solução aparece durante uma visita à casa de sua mãe. Sentada na cozinha, pensando em uma solução para sua vida, ela encontra um antigo livro de receitas: Mastering the Art of French Cooking, de Julia Child. Ao folheá-lo, surge a ideia que pode transformar o rumo das coisas: Julie decide preparar a primeira receita do livro que introduziu a culinária francesa no cotidiano das famílias norte-americanas. No entanto, ela não poderia imaginar onde iria parar essa despretensiosa experiência gastronômica. Convencida pelo marido, Julie decide dar início ao Projeto Julie/Julia, no qual deve fazer todas as 524 receitas do livro de Julia Child em um ano - e escrever um blog relatando o feito. Neste poderoso romance autobiográfico, acompanhamos uma lição saborosa entre risos, lágrimas e vexames, onde Julie Powell mostra seu talento incontestável de se conectar com os leitores e comprova porque seu blog tornou-se tamanho sucesso.
Quinta-feira, Janeiro 21, 2010

Bom pessoal, o post de hoje é só pra avisar que estive fora do ar por causa de um problema no meu PC. Mas ele foi consertado ontem e logo voltarei a postar e comentar nos blogs dos meu amigos e amigas viciados em livros :)
Mas, se eu puder deixar um conselho pra todos: Façam backup! Sempre e de tudo! Aprendi da pior forma...
Bjinhos, Rê.
Sexta-feira, Janeiro 08, 2010
Estereótipos Parte 1 – As Líderes de Torcida
10 comentários Postado por Rê às Sexta-feira, Janeiro 08, 2010
©DaytahA cena é a seguinte: lá estou eu, em qualquer cidade grande dos E.U.A., andando tranquilamente pela rua. Mais à frente vejo uma menina com roupas curtinhas, emblema escolar e carregando pompons. O que faço?
a)Corro.
b)Mudo de calçada.
c)Me escondo.
A imagem das líderes de torcida como garotas más e sem coração é gravada na nossa mente por todos os meios há anos. Elas são seres semi-malignos que não descansam enquanto o resto do colégio não está no seu lugar, leia-se bem longe delas. As líderes de torcida roubam namorados, maltratam professores e são capazes de fazer qualquer coisa só para garantir sua vaga como A Rainha do Baile de Inverno. E, apesar de tudo isso, nós as amamos! Quer dizer, deve ser super divertido ficar pulando ensandecidamente, dando gritinhos sem sentido e (por causa disso) ser a garota mais popular da escola.
Mas como estamos no Brasil e eu não sei de nenhum colégio que tenha um esquadrão de torcida (e mesmo se existisse eu não sou mais do colégio), a gente tem que se contentar em viver esse personagem pelos filmes, livros e seriados. E é aí que chego no ponto desse post: três ótimas dicas de leitura, cinema e TV que nos transportam para o reino dos pompons:

No papel: O diário da princesa, Meg Cabot
Lana Weinberg é uma líder de torcida tão maligna que consegue fazer a escola inteira esculachar Mia Thermopolis por ser uma princesa!!! É preciso reconhecer o poder de convencimento de uma garota como essa.

No cinema: Teenagers – As Apimentadas
Uma líder de torcida típica sai para a faculdade e deixa o esquadrão nas mãos de outra mais boazinha, Torrance. Ao descobrir que as coreografias que o grupo vinha usando nos últimos anos eram roubadas, ela decide consertar o erro a tempo para a competição nacional. Mas o esquadrão plagiado não vai deixar ser tão fácil assim. Briga de pompons!!!

Na tv: Glee
Quinn Fabray acabou de perder sua licença para usar pompons na série, mas ela ainda é uma líder de torcida no coração. Afinal, que tipo de pessoa fica grávida do melhor amigo do namorado e ainda o faz acreditar que a criança é dele? Ainda mais com o incrível detalhe: eles nunca tiveram uma relação “mais íntima”!
E aí, gostaram da nova série de posts? Então comentem: quais outros filmes, livros e séries retratam o universo das palavras soletradas em meio a pulinhos? E quais são os outros estereótipos que estão sempre presente nas nossas histórias?
Marcadores: estereótipos, Filmes, Livros, série
Segunda-feira, Janeiro 04, 2010
Aconteceu no Titanic, Loreley McKenzie
45 comentários Postado por Rê às Segunda-feira, Janeiro 04, 2010
– Oh, Gregory... – murmurou, soltando-se nos braços musculosos do amado. O rosto dela, como se em chamas, seu corpo frágil e tremulo, e o suave aroma de seus cabelos tiveram o efeito de um relâmpago sobre o desejo do rapaz. Ele queria aquela mulher! Não por um momento. Não durante a viagem. Para sempre. Como sua mulher.
Aconteceu no Titanic, Loreley McKenzie.
Sabe quando você vê um livro no sebo, imagina que deve ser bobinho, mas mesmo assim não consegue resistir e comprar. Foi exatamente o que eu fiz com esse lindo livrinho de banca. Comprei porque tinha o nome Titanic no título e uma imagem de uma garota parecida com a Rose na capa, mesmo “sabendo” que deveria ser uma cópia barata do meu amado filme de James Cameron. Comprei, guardei e me esqueci dele até o dia em que a senhorita Vivi, do Romance Gracinha, decidiu fazer uma brincadeira entre vários leitores e blogueiros: O Desafio Literário 2010. Ao fazer a minha lista, desenterrei vários livros das profundezas da minha estante e eis que o encontro novamente.
Minha experiência me diz que quem gosta de romances gostou de Titanic. Ele foi o maior filme do século, ficou meses em cartaz e revolucionou o cinema em matéria de produção cinematográfica. Mas nada disso realmente importa ao ler Aconteceu no Titanic. A beleza deste livro está em contar não apenas uma histórias, mas infinitas outras. Não consigo realmente contar quantos personagens foram abordados no livro, mas são no mínimo dez pessoas me foram apresentadas e passei a me preocupar genuinamente com seus destinos.
Temos o casal principal, Diane e Gregory. Ela, uma garota pobre que quer ganhar a vida como modista, apesar de não ter o apoio de sua família. Garota pobre sim, mas que é convidada para embarcar na primeira classe com uma famosa e excêntrica vidente para a qual sua irmã trabalha.
Gregory é bem casado, mais no lado financeiro do que no resto. Sua esposa é uma alcoólatra que se recusa a participar de qualquer tipo de tratamento, tornando a vida dos dois um inferno. Ele trabalha para o sogro numa importante empresa que está pensando em expandir os negócios para o novo mundo, Gregory é então escolhido para visitar o lugar e começar as negociações, é assim que lhe é dada sua passagem para o navio. Mas, surpresa das surpresas, ele não fica a bordo durante toda a viagem , precisa voltar na metade do trajeto pois sua esposa pôs fogo na casa de seu pai e acabou por matar os dois.
Perceberam como é diferente da história de Jack e Rose? Nenhum dos dois está na terceira classe, na verdade, nenhum dos personagens principais está. Eles não passam pelo naufrágio juntos, nenhum deles fica flutuando sobre um pedaço de madeira e pedindo para o outro voltar para ele e, principalmente, todos eles já haviam sido avisados do naufrágio pela vidente, tenham acreditado ou não.
Entre os outros personagens estão dois espiões da Scotland Yard, um casal francês que por não ter aprovação para o casamento decidem desistir de suas antigas vidas e fugir, um detetive, uma nova rica, um jogador compulsivo que está fugindo de mafiosos... Vidas que mudam antes mesmo de o navio sair de seu porto na Inglaterra.
Este livro não é o que eu esperava e isso é um elogio. Espero que vocês se deparem com ele por aí, em algum sebo, e que o comprem. Porque, se ele for tão bonzinho com vocês como foi comigo, podem se preparar para uma bela viagem.
Diane era uma moça cheia de sonhos. Gregory, um homem marcado pelo sofrimento e pela desilusão. Um dia seus caminhos se cruzam e eles se apaixonam dentro do lendário Titanic. Mas uma tragédia sem precedentes ameaça 2.227 passageiros, entre eles Gregory e Diane. Será que o amor entre os dois é forte o bastante para sobreviver ao maior naufrágio da história? Será que Madame Vesper, a misteriosa vidente russa a bordo do navio, poderá fazer alguma coisa para ajudá-los? Em um cenário que combina misticismo, premonições e personagens fascinantes, as paixões explodem com força total em um romance simplesmente arrebatador!
Domingo, Janeiro 03, 2010

Como já disse no último post, estou esperando que 2010 seja um ano mágico. Sei que com certeza vou ler muitos livros e assistir muitos filmes, assim como fiz neste ano, mas dessa vez quero tudo muito bem documentado. E aqui estará a minha listinha de livros e filmes de 2010. Vou atualizar constantemente e vocês poderão acompanhar durante todo o ano (se acharem interessante, hehehe...). Já começo com um de cada.
...li:
Lábios de Mel, Deanna Mascle. (Mais)
A Revolução dos Bichos, George Orwell. (Mais)
Os Sete, André Vianco. (Mais)
Os Sete Princípios do Rei Salomão, Bruce Fleet. (Mais)
Quando em Roma..., Gemma Townley. (Mais)
Becky Bloom - Delirios de Consumo na 5º Avenida, Sophie Kinsella. (Mais)
...assisti:
O Procurado, Timur Bekmambetov. (Mais)
Mais do Que Você Imagina, George Gallo. (Mais)
Meu Trabalho é um Parto, Lara Shapiro. (Mais)
Maratona do Amor, David Schwimmer. (Mais)
Paranóia, D.J. Caruso. (Mais)
Outro Conto da Nova Cinderela, Damon Santostefani. (Mais)
Treinando o Papai, Andy Fickman. (Mais)
Avatar, James Cameron. (Mais)
Ricky Bobby – A Toda Velocidade, Adam McKay. (Mais)
Idas e Vindas do Amor, Garry Marshall. (Mais)
Kit Kittredge: An American Girl, Patricia Rozema. (Mais)
Manual do Amor, Giovanni Veronesi. (Mais)
Vocês leram ou assitiram algum deles? Comentem ^_^
Quinta-feira, Dezembro 31, 2009
Resoluções de ano-novo + os melhores e piores de 2009
4 comentários Postado por Rê às Quinta-feira, Dezembro 31, 2009
2009 foi um dos melhores anos que já tive, talvez o melhor de todos. Sinceramente não queria que ele acabasse, mas já que está acabando, o melhor que eu posso fazer é esperar que 2010 seja um ano ainda melhor.
Ano passado eu fiz uma listinha do que queria conquistar em 2009, foi uma lista simples, mas que me trouxe experiências incríveis. Não podia, portanto, deixar de fazer uma em 2010. E como agora tenho esse blog, é melhor ainda poder dividir essa lista com todos os meus amigos leitores e blogueiros. Vocês podem, inclusive, puxar a minha orelha caso percebam que não estou seguindo as minhas diretrizes para um ano melhor em 2010 =D
Bom, aí vai:
1) Sair da casa dos meus pais e morar sozinha.
Esse é o mais difícil, mas também o mais importante.
2) Aprender alguma coisa que eu acredite que não tenho mais idade para aprender.
Desenhar, patinar no gelo, fazer estrelinha...
3) Escrever pelo menos dois posts por semana n'O Gato Risonho.
É difícil, mas não impossível. Xô preguiça!
4) Praticar Yoga pelo menos duas vezes por semana, sendo uma delas na academia.
Afinal, eu estou pagando mensalmente pra quê?
5) Andar de bicicleta todo domingo de manhã.
A melhor parte é que já tenho companhia :)
6) Abrir a minha empresa.
Tá na hora de deixar as coisas mais profissionais!
7) Publicar o meu novo portfolio.
Tá tudo pronto. Olha a preguiça aí de novo...
8) Comer melhor.
Eu sou uma vergonha de vegetariana. Do tipo que só come batata, sabe?
9) Voltar a estudar.
Não precisa ser na faculdade, mas me manter estudando o ano todo é a meta.
10) Não deixar que a falta de tempo me impeça de fazer as coisas de que eu gosto.
Para fechar esse ano ainda melhor, a Bia do Livros de Bia me convidou para participar de uma brincadeira ótima. Adorei!
É assim: deve-se escolher os melhores (e piores) que passaram aqui pelo blog em 2009! Só que como eu fiz poucas postagens esse ano e li muito mais do que escrevi aqui, vou ter que dar uma modificada e falar dos melhores e piores que EU li durante o ano. Espero que ela não fique brava por essa pequenina mudança ;)
Melhor livro de suspense:
Não acho que li um ótimo livro de suspense esse ano... Fica pro próximo.
Melhor livro de romance: Crepúsculo, Stephenie Meyer.
Minhas desculpas para quem não gosta, mas o amor entre o Edward e a Bella é tão forte que eu suspiro só de lembrar!
Melhor capa de livro: Retalhos, Craig Thompson.
Linda capa e linda história!
Pior capa do ano: Os robôs do amanhecer, Isaac Asimov.
Tudo bem, o livro é antigo, mas que capa é essa? Não faz nenhum sentido com a história. Robôs gigantes que arrancam árvores de copa redonda e lisa pelas raízes??? Eles devem ter se enganado na gráfica!
Autor surpresa do ano: Isaac Asimov.
Sei que não é surpresa pra mais ninguém, mas eu nunca tinha lido e poderia jurar que não gostaria tanto assim de um livro que se passa em um planeta distante cheio de robôs. No fim, amei. Vou procurar mais livros do autor!
Melhor livro de um autor nacional: A Casa, André Vianco.
É de fazer a cabeça explodir!
Melhor livro clássico: O Hobbit, J. R. R. Tolkien.
Acho que não preciso dizer nada, né? Lado nerd gritando de felicidade durante todo o livro. Hehe...
Livro decepção: Maya Fox – A predestinada, Silvia Brena e Iginio Strafii.
A capa é tão linda que eu nem imaginei que não conseguiria passar das primeiras páginas...
Melhor personagem feminina: Princesa Alera de Legacy, Cayla Kluver.
Porquê amo mulheres fortes e que sabem se divertir, mesmo que, as vezes, a diversão dure pouco...
Melhor personagem masculina: Ian de A Hospedeira, Stephenie Meyer.
Sei que ele tenta matá-la no começo, mas é o final que conta!!!
Melhor da Nora Roberts:
Não li nenhum dela esse ano. Espero ler muitos no ano que vêm :)
Sei que estou esquecendo de vários outros livros que li, mas é isso que dá não postar as sinopses logo depois de terminar...
Então, meninos e meninas, esse é o último post do ano. Mas, como pretendo seguir minha listinha de 2010, nos veremos em breve! Uma ótima virada de ano para todos vocês!!!
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