quarta-feira, setembro 25, 2013

Tomara que vire saia!

Que título de post sensacional, né? :P Mas serve ao seu propósito.

Essa foi a minha primeira costumização com uma roupa comprada em brechó! Tinha vontade de fazer desde o começo, mas estava um pouco insegura. rs.

Comprei esse vestido em um bazar por R$ 20,00:


Ele até que serviu bem como vestido, mas assim como é, eu não teria onde usar e ele acabaria encostado no guarda-roupa... Não dá pra dançar de tomara que caia!

Então, mesmo com muito receio, picotei o coitado:


Tadinho! Dá até dó né?

Em seguida, costurei as partes que me interessavam e fiz a barra.


Não ficou perfeita, mas deu pro gasto. 

E assim, nasceu uma saia novinha em folha!!!


Que eu fiz questão de estrear com muita dança e meus amigos queridos!!! :)


Gente, adorei essa saia!!! Preciso dizer mais?


Bjinhos,
Rê.

segunda-feira, setembro 23, 2013

A Mão Esquerda da Escuridão, Ursula K. Le Guin



Engraçado como são as ficções cientificas, elas nos colocam em outro planeta, em outro universo, com seres que não poderiam ser mais diferentes de nós e, por fim, fazem uma bela crítica desse planeta chamado Terra.
Se bem que, não sei se a tal crítica que percebi no livro foi ou não intencional.
Vamos recapitular, Genly Ai é um terráqueo, que é enviado para o planeta Inverno a fim de informá-los de que existem outros tipos de vida em outros planetas, e também convidá-los a se juntarem a comunidade universal.
Lá, ele tem que se acostumar com seres humanos com uma característica muito singular, eles são seres bissexuados. Passam a maior parte do tempo sem nenhuma característica sexual, e uma vez por mês, entram em kemmering, que é uma espécie de cio. No kemmering, eles adquirem características femininas ou masculinas. Nunca é sempre a mesma, e eles podem ser tanto pais ou mães, e os herdeiros são sempre os que são gerados dentro de seu pai.
Deu pra entender? É confuso mesmo! Genly Ai mal conseguia se acostumar com isso. E é aí que está a parte que me interessou muito no livro. Ele não conseguia lidar com essa bissexualidade, desde o inicio ele decide lidar com todos como se fossem machos e sempre que enxerga características femininas em alguém com quem está tendo que lidar, fala delas como se fossem um defeito ou uma fraqueza. Em vários momentos, ele "perde o respeito" pelo que seu interlocutor está falando, pelo simples fato de que suas feições roliças e sua calma o fazem parecer do sexo feminino.
Fiquei bastante incomodada com isso, porque o livro em si é muito bom. As cenas são muito bem construídas, os cenários maravilhosamente descritos e os diálogos muito profundos e interessantes.
Recomendo muito esse livro, vale a pena aguentar um pouquinho as partes arrastadas. Só gostaria de saber se estou sendo hiper sensível, ou alguém mais sentiu esse sexismo na obra.
Genly é um estranho vivendo em outro mundo. Sua missão é convencer as pessoas desse lugar a se unirem a uma grande comunidade universal, mas há muitas diferenças. São outros costumes, outras lendas e percepções. Genly está numa terra única, na qual homens e mulheres existem juntos, dentro de cada indivíduo. Onde qualquer um pode ter filhos, pode ser pai e pode ser mãe. No gelado mundo chamado Inverno, ele terá de esquecer tudo o que sabia até agora e começar uma jornada de conhecimento, tolerância e descoberta. E desvendar os significados da mão esquerda da escuridão.
Bjinhos,
Rê.

quarta-feira, setembro 18, 2013

Rockabillizando a Audrey

Esse é mais um post de costumização/refashion, mas eu cansei de contar. rs.

Faz mais ou menos 4 meses que comecei a dançar rockabilly. Me apaixonei desde o começo e não consigo mais largar essa vida de rockabilleira. Por isso, agora minhas roupas tem que servir pra ir dançar em primeiro lugar. hehehe...

Uns anos atras, tinha comprado esse vestido:


Meus olhos saltaram quando o vi no manequim e já me imaginei como a Audrey Hepburn!!! E usei bastante, desse jeitinho mesmo. :)

Até que emprestei pra minha queridíssima irmazinha, que sumiu com metade dos botões...
Mas, há males que vêm para o bem, e eu consegui ver um potencial maior e mais ousado no meu vestido Audrey!

Decidi rockabillizar e trocar os botões pretos por outros vermelhos. Além disso, usei um tecido vermelho de bolinhas que tinha em casa e fiz um cintinho que ficou no lugar do original preto. Olha no que deu:


Eu gostei muuuito de como ficou! E levei o meu vestido "novo" pra dançar no parque!


Tem até gif dessa vez:


Antes e depois: \o/


Bjinhos,
Rê.

segunda-feira, setembro 16, 2013

Tudo sobre os homens, de Alyssa Dean



Eu adorei o título original desse livro: 50 sinais de que ele é o homem certo. Juro que se tivesse a lista, sairia distribuindo por aí pra ver se ajuda. ;)

Tara Butler, a mocinha da história, tem que atualizar um artigo para a revista Homens. O artigo, escrito em 1949 é "49 qualidades do homem de verdade", e para os 50 anos de aniversário da revista, ela não só terá que encontrar essas qualidades no homem moderno, como adicionar uma a mais! Meio difícil ultimamente, né? Pois é, ela também acha.
Com dicas das leitoras sobre quem seria o "homem de verdade" delas, Tara ganha uma lista de nomes para entrevistar. Um dos primeiros é Hunter McQuade, que nem é um homem real e sim um personagem dos livros do famoso escritor Chase Montgomery.
Chase, que tem um péssimo histórico em relações duradouras, acaba decidindo ajudar a repórter a escrever a matéria. 
Engraçado, leve e com ótimas cenas picantes (Uau!). Super indico como férias para o cérebro! :)

Bjinhos,
Rê.

quarta-feira, setembro 11, 2013

Segunda customização (Refashion)

Juro que não sabia que customização era a mesma coisa que o refashion, do qual falei no outro post! Mas agora que sei, vamos falar em português, né? rs.

Minha segunda customização foi bem legal de fazer. Nos idos de 2008, quando viajei para o sul, encontrei um vestido lindo, com estampas da Olívia Palito. O único problema? Ele era minúsculo.


Mesmo me conhecendo bem, comprei por impulso e ele acabou parado no meu guarda roupa até agora! :O

O que eu fiz foi super simples. Tirei a "sainha" dele e transformei em um top fofuxo!!!


Tenho que confessar que a barra não ficou lá essas coisas... Mas como era pra usar com saia de cintura alta, nem deu pra perceber! :)

Depois, levei meu top novo pra dançar com os amigos. E recebi vários elogios!!!



Fiquei muito feliz com o resultado :)



Bjinhos,
Rê.

Ps. Site muito bom pra ver mais sobre customização/refashion: Refashion Co-op

segunda-feira, setembro 09, 2013

A Confissão da Leoa, Mia Couto



Mia Couto não me era um nome estranho, conhecia apenas bem de passagem. Em primeiro lugar, descobri a pouco tempo que se tratava de um homem e, apenas após esta leitura, fiquei sabendo que era africano. Pois é, gente, vivendo e aprendendo!
Minha amiga, que me conhece melhor do que eu mesma, me deu essa jóia autografada (fotinho abaixo)!!! 
Eu não tinha idéia do que esperar dessa leitura. Talvez um monte de tristezas e pobreza que, apesar de me fazer sentir mal, estão muito longe de mim (ainda bem!).
No entanto, descobri que podia me relacionar inteiramente com o tema desta obra. Como mulher, me identifiquei com os seres subestimados e maltratados da aldeia. Mesmo com o ataques dos leões, elas não foram poupadas da submissão e descaso. Ainda tinham que cuidar das suas criações e cultivos no meio da selva, enquanto os homens enchiam a cara e "brincavam" de machos. 
Hoje, as mulheres acumulam trabalhos para serem respeitadas e conquistar a independência. Muitas são obrigadas a escolher entre a família e a profissão. Algumas se sentem culpadas por deixar os filhos em mãos estranhas enquanto trabalham fora. E, todas nós sabemos, temos que trabalhar em dobro para receber metade do reconhecimento dos colegas homens.
Sim, mulheres, ainda somos discriminadas. De forma camuflada, mas somos. 
Leitura mais do que recomendada!



quinta-feira, setembro 05, 2013

Primeiro Refashion

Desde que comecei a aprender a costurar, tenho procurado sites e blogs sobre o assunto. Encontrei muuuita coisa incrível e me apaixonei pelos blogs de refashion. Basicamente, as mentes hiper criativas desses blogs pegam uma roupa velhinha/desengonçada e dão vida nova para a peça.
Não resisti e TIVE que conferir o meu guarda-roupa em busca de roupas esquecidas nas gavetas.

Logo achei uma blusinha vermelha com apliques de matrioskas, que eu tinha adorado quando comprei. Mas, na primeira "estréia" da peça, minha tão delicada irmazinha usou o termo "festa junina" para se referir a ela. Me chame de influenciável, nunca mais usei a roupa...
Então, tive a grande e complicadíssima ideia de tirar o franzido da blusa. Segue o antes e depois: 


Não sei dizer se ficou mais bonita, mas, com certeza vou conseguir usá-la em outros meses do ano além de junho!

Logo farei umas bem mais interessantes. Esse é só o comecinho! rs.

Bjs,
Rê.

Ps. Querem ver um super blog de refashion? O ReFashionista é o meu favorito no momento.

segunda-feira, setembro 02, 2013

A vida ultimamente (segundo meu telefone)


Drinks, amigos, livro, filme, gato, costura e fofurices. Acho que está tudo indo muito bem :)

Bjs,
Rê.